I — abertura
II — o artista
Quem é Zoio
Márcio Zoio começou no Brasil e não parou mais. Vinte e seis anos de carreira internacional o levaram por mais de dez países — e o assentaram em Dallas, Texas, onde tatua hoje.
Sua especialidade é o Irezumi: a tatuagem tradicional japonesa de dragões, koi, hannya, oni e fênix. Composições de costas inteiras, bodysuits, cover-ups que apagam o passado e reescrevem a pele. Cada peça é um layout autoral, desenhado à mão antes da primeira agulha.
Mas Zoio é duas coisas ao mesmo tempo: artista e mestre. Publicou o ZOIO Sketchbook, dá seminários internacionais, formou tatuadores em vários continentes. É autoridade técnica reconhecida — e premiada.
O que falta não é talento, nem público, nem história. Falta um palco digital à altura do trabalho.
— A leitura que fundamenta esta proposta
Japanese tattooing
is not a style.
It's a language.
Plate I — Japanese Traditional · meia-manga
III — trajetória
O começo. A formação do traço, do gesto, da disciplina. A origem que viaja com ele até hoje.
Brasil, Canadá, Portugal, Alemanha, Holanda, Dinamarca, França, Espanha, Itália, Suíça, Austrália. Expos, prêmios, seminários. Uma carreira sem fronteiras.
O ponto de chegada e o novo começo. O mercado americano — onde o trabalho merece um endereço digital próprio, em inglês, curado.
IV — DNA da marca
Não é mais um tatuador. É um dos poucos que dominam o Irezumi em nível mundial.
O autor que desenha cada peça — e o mestre que ensina o ofício.
Dragão, koi, hannya, fênix. O imaginário sagrado do Irezumi, com mão contemporânea.
Legado e consistência raros. Tempo é a prova que nenhum marketing compra.
Nada de catálogo. Cada tatuagem é desenhada para uma pele e nunca se repete.
A especialidade que apaga o passado da pele e o reescreve. Poucos fazem bem.
Raiz brasileira, repertório internacional, base em Dallas. Uma história que ninguém mais tem.
"Zoio" é olho. O olhar que vê a composição na pele antes da agulha. A marca nasce daí.
I don't do tattoos.
I create legacies
on skin.
Plate II — Neotraditional · cor saturada
V — diagnóstico
VI — identidade · cor
Sumi preto-quente, ouro envelhecido, laca vermelha, creme. As mesmas temperaturas da luz âmbar do estúdio e do vermelho dos dragões.
VII — identidade · tipografia
VIII — sistema de logo
"Zoio" é olho em português popular. O símbolo é literal e premium ao mesmo tempo: o olhar do mestre, que enxerga a composição na pele antes de qualquer traço — desenhado em linha fina com uma pincelada sumi.


BookIX — o ícone como ativo
Onde a marca aparece sem o nome: aba do navegador, tela do celular, prévia de link compartilhado. O símbolo precisa ser reconhecível sozinho — e é.
X — a experiência do site
Assim ficará a home — em inglês, para o público de Dallas. Controlada, curada, lenta. O oposto do feed.
ZOIOAppointments are limited.
Zoio personally reviews each request.
Mockups ilustrativos. O site real é a próxima fase — construído em Next.js, com formulário e galeria funcionais.
XI — estratégia
O artista Zoio ganha o seu palco. A educação (Tattoologia) vira link discreto, não concorre na navegação principal.
Inglês americano em todo o site. Tom direto e confiante, sem superlativo barato. Frases curtas, muito silêncio visual.
Galeria filtrada por estilo. A obra fala sozinha — sem legenda, sem ruído. O oposto do feed cronológico.
Do DM para um formulário curado. Mensagem de exclusividade: cada pedido é revisado pelo próprio Zoio.
Press wall com prêmios e expos (Sinners, Longhorn State). Validação silenciosa — sem precisar dizer "o melhor".
Estrutura semântica e conteúdo claro para que ChatGPT e Google recomendem Zoio quando alguém procurar "Japanese tattoo Dallas".
XII — visibilidade na era da IA
Hoje as pessoas não pesquisam só no Google. Elas perguntam ao ChatGPT, ao Gemini, ao assistente do celular. O site do Zoio é construído para ser lido e entendido por máquina — não só por gente.
resposta da IAJSON-LD no padrão schema.org — Person, LocalBusiness, ImageObject. A IA lê em fato quem ele é, onde fica e o que faz. Não em adjetivo.
Um mapa do site escrito para máquina ler primeiro. Perguntas reais respondidas em linguagem natural, do jeito que as pessoas digitam.
Vinte e seis anos, prêmios, expos — tudo em texto legível, não preso dentro de imagem. A IA confia em sinal que ela consegue ler.
Conteúdo escrito como a pergunta é feita: "Japanese tattoo Dallas", "cover-up specialist", "Irezumi artist near me". É assim que se entra na resposta.
O Instagram não faz isso. Um feed é invisível para a IA. Um site bem estruturado é a diferença entre ser citado e não existir na resposta.
XIII — horizonte
"Achei o site dele e marquei na hora. Parece um artista de outro nível."
Referência de Japanese Traditional no Texas — o nome que aparece primeiro na busca.
Um legado documentado. A obra de uma vida, preservada num arquivo digital à altura dela.
Se essa direção te representa, a gente parte para a construção do site real.
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